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Moda e Beleza

Dior apresenta tops transparentes e calças metálicas no desfile de primavera-verão 2027

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O diretor criativo da Dior, Jonathan Anderson, apresentou, na terça-feira, calças metálicas, jaquetas estruturadas e saias translúcidas com plumas em Paris, um ano após sua estreia na moda feminina da tradicional marca parisiense, pertencente ao conglomerado de luxo LVMH.

Na primeira fila, a cantora espanhola Rosalía e as atrizes Anya Taylor-Joy e Jennifer Lawrence acompanharam enquanto as modelos desfilavam por uma passarela branca erguida sobre a bacia octogonal do Jardim das Tulherias.
 
Tecidos translúcidos permearam a coleção Primavera/Verão 2027, dobrados e plissados em saias estruturadas ou amarrados em laços de longas caudas que desciam em cascata a partir de tops justos. Camisas e vestidos também vinham delicadamente plissados, com bainhas arrematadas por babados.

Anderson tem sido creditado por imprimir um viés contemporâneo à Dior desde que assumiu a direção criativa das linhas feminina e masculina no ano passado, com a missão de reverter o desempenho da marca após dois anos de queda nas vendas.
 
Calças metálicas com efeito de pele de cobra, em prata e verde, foram usadas com blazers amplos de abotoamento duplo, enquanto outras propostas apostavam mais na faceta romântica da grife, como saias texturizadas e jaquetas cobertas por tecido translúcido com plumas, ou vestidos com painéis de renda.

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Christian Dior – Primavera-Verão 2027 – Moda Feminina – França – Paris – ©Launchmetrics/spotlight

 

Listras e xadrez se chocavam em camisas, jaquetas e calças, enquanto estampas florais de inspiração impressionista apareciam em alguns vestidos e saias. Jaquetas e casacos sob medida, em tons sóbrios de cinza, bege, preto e branco, eram pontuados por looks em amarelo-manteiga, rosa pastel e azul-bebê.
 
A Dior enviou uma caixa contendo duas nozes wenwan — nozes chinesas usadas para girar entre as mãos — aos convidados junto com os convites para o desfile e, em comunicado à imprensa após a apresentação, Anderson citou as nozes e suas assimetrias naturais como inspiração para a coleção.
 
A LVMH não divulga números específicos da Dior, mas afirmou em julho que a marca estava ganhando impulso.

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Moda e Beleza

Franjas 2027: seis estilos que apontam as tendências

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Mudar o cabelo nem sempre exige abrir mão do comprimento. A franja continua sendo uma das maneiras mais rápidas de transformar o visual e, para 2027, as primeiras referências apontam para estilos que transitam entre dois extremos: de um lado, fios leves, desfiados e integrados ao restante do corte; de outro, franjas bem curtas e marcadas.

O Bella Mais fez uma curadoria das tendências recentes apresentadas por publicações internacionais especializadas em moda e beleza, como British Vogue, Allure, Harper’s Bazaar, Who What Wear e Glamour. A seleção também considera os cabelos vistos durante a London Fashion Week de setembro, que apresentou as coleções de primavera-verão 2027.

O resultado não pretende estabelecer regras sobre o que estará ou não na moda no próximo ano. As tendências de cabelo se sobrepõem, ganham novas versões e são adaptadas a diferentes texturas e estilos. A seleção mostra, portanto, seis movimentos que já dão pistas sobre as franjas que podem ganhar força em 2027.

 

Butterfly bangs têm fios mais curtos na frente e alongados nas laterais, criando movimento e contornando o rosto

 

1. Butterfly bangs

Entre as novidades mais diretamente ligadas a 2027 estão as butterfly bangs. A British Vogue destacou o corte entre as tendências observadas nas ruas da London Fashion Week SS27, realizada em setembro. A publicação descreve a franja como uma versão mais leve e descontraída da tradicional curtain fringe.

O efeito vem das pontas abertas para os lados, formando uma espécie de asa e criando movimento ao redor do rosto. É uma alternativa para quem gosta da franja cortina, mas procura um resultado menos estruturado.

 

Whisper fringe aposta em fios finos e espaçados sobre a testa, criando uma franja leve, delicada e pouco marcada Whisper fringe aposta em fios finos e espaçados sobre a testa, criando uma franja leve, delicada e pouco marcada | Foto: Ligan Jeffrey / Pexels / CP

 

 

2. Whisper fringe

Quase imperceptível, a whisper fringe aposta em poucos fios, leveza e movimento. A Who What Wear a coloca entre as tendências emergentes de 2026 e aponta uma mudança em direção a franjas mais suaves, personalizadas e adaptadas à textura natural dos cabelos.

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Mais longa e fina, pode cair sobre a testa, ser dividida ao meio ou deslocada para a lateral. Essa versatilidade ajuda a explicar por que o estilo começa a aparecer como uma evolução das franjas mais densas.

 

Franja cortina se abre ao centro e ganha comprimento nas laterais, criando um contorno suave ao redor do rosto Franja cortina se abre ao centro e ganha comprimento nas laterais, criando um contorno suave ao redor do rosto | Foto: César O’Neill / Pexels / CP

 

3. Curtain bangs

Elas não desapareceram. As curtain bangs, ou franjas cortina, continuam em evidência, mas aparecem cada vez mais adaptadas ao corte e à textura dos fios. Em setembro, a Allure voltou a destacar a tendência e chamou atenção para sua versatilidade em diferentes comprimentos e texturas.

A publicação também observa que o comprimento facilita o processo de deixar a franja crescer, já que os fios podem ser gradualmente incorporados ao restante do cabelo. Para 2027, a pista está menos no retorno da franja cortina e mais em sua transformação: versões leves e menos rígidas se aproximam das butterfly e whisper bangs.

 

Microfranja termina bem acima das sobrancelhas e cria um efeito mais marcado e gráfico no visual Microfranja termina bem acima das sobrancelhas e cria um efeito mais marcado e gráfico no visual | Foto: cottonbro studio / Pexels / CP

 

4. Microfranja

Enquanto parte das tendências busca leveza, outra encurta radicalmente os fios. A microfranja, também conhecida como baby bangs, termina bem acima das sobrancelhas e produz um efeito mais marcado.A Harper’s Bazaar apontou as baby bangs entre as tendências de cabelo do segundo semestre de 2026, citando aparições recentes do corte.

A publicação ressalta, porém, que o comprimento curto exige manutenção mais frequente para preservar o desenho. É uma das opções mais ousadas da curadoria e mostra que a busca por naturalidade convive com cortes de personalidade bastante evidente.

 

Franja cacheada acompanha a curvatura natural dos fios e valoriza textura e volume na região frontal Franja cacheada acompanha a curvatura natural dos fios e valoriza textura e volume na região frontal | Foto: Rone Ferreira / Pexels / CP

 

5. Franja cacheada

A ideia de que franja exige cabelo liso perde cada vez mais espaço. Na London Fashion Week SS27, a British Vogue chamou atenção também para franjas usadas com a curvatura natural dos fios, mostrando cabelos cacheados combinados a diferentes comprimentos e cortes.

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A Allure já havia incluído as franjas cacheadas entre as tendências de 2026, reforçando um movimento que privilegia volume e textura em vez de tentar uniformizar os fios. Para 2027, essa liberdade tende a ser mais importante do que um único formato: a franja pode acompanhar o desenho natural dos cachos e ser ajustada ao volume desejado.

 

Messy bangs combinam fios desfiados e textura para criar uma franja irregular, descontraída e com movimento Messy bangs combinam fios desfiados e textura para criar uma franja irregular, descontraída e com movimento | Foto: Pinterest / Divulgação / CP

 

6. Messy bangs

Nem toda franja precisa parecer perfeitamente alinhada. As messy bangs seguem justamente a direção contrária: textura, fios separados e acabamento propositalmente despretensioso. A Glamour destacou a tendência em 2026 como parte de uma estética mais relaxada e de baixa manutenção, que pode acompanhar cabelos lisos, ondulados ou cacheados. A proposta se conecta a um movimento maior observado nas tendências recentes: cortes que funcionem com o movimento natural do cabelo e não dependam de uma finalização impecável todos os dias.

 

O que as franjas de 2027 começam a mostrar

Mais do que a ascensão de um único corte, a curadoria revela uma palavra que atravessa boa parte das tendências: personalização. A Who What Wear ouviu profissionais que relatam justamente uma procura menor por uma franja padronizada e maior por cortes adaptados à textura, ao movimento e à rotina de cada pessoa.

Ao mesmo tempo, a presença das baby bangs mostra que a praticidade não é a única direção. Há espaço para escolhas mais marcantes. Entre franjas quase invisíveis e outras cortadas muitos centímetros acima das sobrancelhas, 2027 começa a se desenhar menos como o ano de uma franja específica e mais como o da liberdade para escolher como usá-la.

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Moda e Beleza

A poltrona branca saiu de moda: a nova tendência de 2026 é mais elegante e suja menos

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O sofá branco continua associado a salas claras e minimalistas, mas já não aparece sozinho entre as escolhas mais atuais. Em 2026, bege, areia, cinza quente e marrom suave avançam como alternativas capazes de manter a neutralidade enquanto deixam pequenas marcas do uso cotidiano menos evidentes.

 

O branco puro começa a dividir espaço com neutros mais quentes

Durante anos, o sofá branco foi uma escolha recorrente em ambientes que buscavam sensação de amplitude e luminosidade. O problema é que o branco muito frio pode deixar a sala com aparência mais rígida e impessoal, especialmente quando aparece junto de paredes, tapetes e outros móveis igualmente claros.

A mudança acompanha uma tendência mais ampla de interiores acolhedores. Uma análise da Homes & Gardens destaca a força de marrom, bege e tons terrosos em 2026, reforçando a saída gradual dos neutros excessivamente frios.

 

 

Bege e areia mantêm a sala clara sem exigir sofá branco

Para quem não deseja abandonar uma paleta neutra, bege quente e areia são duas das transições mais simples. Essas cores continuam refletindo bastante luz e combinam com madeira, fibras naturais, preto, verde e terracota, mas produzem um resultado visualmente mais quente.

O efeito também depende do tecido. Linho, bouclé, chenille e acabamentos com pequenas variações de tonalidade criam mais profundidade visual do que uma superfície lisa completamente branca. Isso ajuda o sofá a parecer menos delicado e também pode disfarçar melhor algumas marcas superficiais do uso diário.

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O cinza da vez tem fundo bege e aparência mais acolhedora

O cinza não desapareceu das salas, mas os tons azulados e muito frios perderam parte do protagonismo. Em seu lugar aparecem os chamados cinzas quentes, próximos do greige, que misturam características do cinza com subtom bege e funcionam como uma base bastante versátil.

Essa mudança é diferente da tendência de cinza que dominou interiores na década passada. O objetivo agora é evitar uma sala inteiramente acinzentada e combinar o sofá com madeira natural, creme e tons terrosos, criando contraste suficiente para que o ambiente não fique monótono.

 

Marrom voltou como uma opção elegante para o sofá

Chocolate, caramelo, conhaque e café também reapareceram com força. A Homes & Gardens relaciona o retorno do sofá marrom à busca por interiores mais quentes e com aparência construída em camadas, em vez de espaços dominados por branco e creme.

O marrom possui ainda uma vantagem prática: dependendo do tecido e da tonalidade, pequenas marcas podem aparecer menos do que em um estofado branco. Isso não significa que o sofá deixe de precisar de limpeza, mas pode torná-lo mais fácil de manter visualmente em casas com crianças, animais ou uso intenso.

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A cor ajuda, mas o tecido também determina quanto a sujeira aparece

Escolher bege ou marrom não torna automaticamente o sofá resistente a manchas. Tecidos muito claros e uniformes continuam podendo revelar líquidos, gordura e sujeira, enquanto materiais mesclados ou com textura discreta tendem a esconder melhor pequenas alterações de cor entre uma limpeza e outra.

Também vale consultar as instruções do fabricante sobre limpeza e resistência antes da compra. Uma matéria da Homes & Gardens sobre cores de sofás em 2026 mostra que o movimento atual inclui neutros mais profundos e tecidos texturizados, reforçando que cor e acabamento funcionam juntos.

 

É possível atualizar a sala sem trocar o sofá branco

Quem já possui um sofá branco em bom estado não precisa substituí-lo apenas porque a tendência mudou. Almofadas em caramelo, verde-oliva ou marrom, uma manta bege, tapete em fibras naturais e mesas de madeira já conseguem alterar bastante a leitura do ambiente.

A tendência de 2026 não determina o fim do branco, mas mostra uma preferência por salas menos frias e mais fáceis de viver no cotidiano. Para uma compra nova, areia, bege quente, greige e marrom suave oferecem alternativas atuais; para quem já tem um sofá claro, incorporar texturas e tons naturais pode produzir o mesmo efeito sem uma troca desnecessária.

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