conecte-se conosco


Rumos da Política

Rumos da Política | 1ª edição de maio

Publicado

Patrimônio Histórico do ES

O Parque Moscoso está comemorando 114 anos. Se destaca no centro da capital capixaba e já foi local de muitos eventos e lembranças de todos que nasceram, viveram e vivem em Vitória.

Nesta semana foram programadas várias atividades no Parque. A Prefeitura vem revitalizando alguns logradouros históricos ou importantes no contexto da cultura da cidade.

Vereadora em apuros

São Domingos do Norte é um município pequeno, mas a movimentação política tem sido intensa. Está em andamento o processo de possível cassação do mandato da vereadora Andressa Aparecida Ferreira Siqueira, do MDB. Ela é investigada por suspeitas de coação e tentativa de estelionato.

O Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES) rejeitou os pedidos para suspender a comissão processante. Com a negativa aos recursos apresentados pela defesa, o processo de cassação segue em tramitação na Câmara Municipal.

 

A vereadora Andressa Siqueira afirma ser vítima de perseguição política. Ela é acusada de pressionar servidores do CRAS para promover inclusões irregulares no programa Bolsa Família.

Todo esse imbróglio virou assunto nas “Bocas de Matilde”, além de dominar conversas em becos, esquinas e praças de São Domingos do Norte, município localizado na região Noroeste do Espírito Santo.

Diagnóstico 

O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência da República, Romeu Zema (Novo), disse em entrevista ao programa Pânico, da Jovem Pan, que “o problema do Brasil é que está sobrando ladrão”.

Melou o plano de Lula nas eleições em Minas?

O presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT) tinha esboçado um plano para fortalecer a sua pré-candidatura à reeleição à presidência da República, em Minas. Para isso o seu escolhido foi o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Afinal o PT não tem, por enquanto, palanque para fazer subir seus pré-candidatos e, principalmente, o Lula em Minas.

Pela montagem de todo esse esquema, já era o sinal que o Pacheco não seria o indicado para a vaga no STF. Pacheco, aliado e preferido do presidente do Senado, Alcolumbre (União-AC), não queria ir para o sacrifício em Minas e esperava ser o escolhido pelo Lula ao Supremo. Deu água.

A vingança veio depois, pois o Jorge Messias, ex-office boy e menino de recado da Dilma, teve sua indicação rejeita para uma vaga no STF. Derrota do Lula.

Em resumo: O veto ao Messias, acredita-se, pode liquidar aliança entre Lula e Pacheco por palanque em Minas.

Oposição desmoralizada

Em São Mateus vem acontecendo um fato inusitado. Trata-se dos ataques que o prefeito Marcus Batista (Podemos) vem sendo alvo de uma oposição que age na clandestinidade, pois não tem cara para mostrar, pois foi autora de ter destruído, em oito anos, o que ainda havia de relevante no município. Aliás, a oposição é irrelevante, daí atuar sordidamente, sem ter alguma ação que preste para mostrar.

Leia mais:  Rumos da Política – Segunda Edição de Outubro

A Pinguela do Balanga

Faz uma eternidade que um “nobre” edil do município de São Mateus pede, implora e cobra a construção de uma ponte de concreto em Nativo de Barra Nova, distrito mateense. A estrutura existente já tem cerca de 50 anos e por ela passam ônibus escolares, veículos leves e pesados, caminhões-tanque, entre outros.

O “pedinte” é o vereador Cristino Balanga (PP), conhecido pelo slogan “Buzinou, é nóis”. Faz tempo que ele buzina, mas ninguém parece ouvir. Em todas as sessões da Câmara, o parlamentar cobra providências das autoridades estaduais, porém a tão prometida ponte nunca sai do papel. O curioso é que outras obras no entorno já foram executadas, enquanto a “Pinguela do Balanga” continua esquecida.

“As Bocas de Matilde” comentam que todo esse imbróglio seria uma represália política. O motivo? Balanga teria apoiado um candidato à Câmara Federal que acabou sendo reeleito com mais votos do que um concorrente da própria região. Muitos negam, mas, em política, até o que é negado costuma carregar algum lampejo de verdade.

Bloco de Notas

Turismo gratuito – A primeira-dama Rosângela Lula da Silva, a Janja, parece aproveitar bem a condição de esposa do presidente para viajar e conhecer o mundo. Há quem diga que ela já viajou mais do que o próprio Luiz Inácio Lula da Silva.

Sem noção – Nos bastidores, comentam à boca miúda que a senadora Soraya Thronicke seria igual a “biruta de aeroporto”: vai para onde o vento sopra. Eleita com apoio de Jair Bolsonaro, acabou embarcando na canoa furada do lulismo. Agora, com a embarcação fazendo água, parece não ter boia eleitoral para se salvar.

Ausência – Diante de tudo o que vem acontecendo no Brasil, a impressão é a de um Congresso Nacional com poucos homens de atitude e muitos “sacos de batata”. Poucos demonstram disposição para agir de verdade.

Caroneiros – Pode até não ser ilegal, mas beira a cara de pau o comportamento de pré-candidatos que deixaram cargos públicos — dos quais já se aproveitavam politicamente — e continuam pegando carona em inaugurações e obras do governo, como se ainda integrassem a administração. Alguns chegam a disputar espaço na frente das câmeras, aparecendo até mais do que quem ainda ocupa o cargo. Campanha antecipada travestida de “suposta legalidade”. Será que a Justiça Eleitoral não enxerga isso?

Leia mais:  Rumos da Política - Outubro|2

Relação – A Câmara Municipal de Santa Leopoldina, em um ato pouco comum na política local, derrubou dois vetos do prefeito. Ainda não há sinais claros de arranhões na relação entre os poderes.

Efeito Denorex – Parece, mas não é. A turma que deixou cargos no governo continua de vento em popa no staff oficial, mantendo-se em evidência diante do eleitorado.

Que coisa, hein?! – A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro pretende homenagear Ana Paula Renault pelos “relevantes serviços prestados ao País” após sua participação no Big Brother Brasil.

Preocupação – O vereador de Vitória, Maurício Leite (PRD), subiu à tribuna da Câmara na sessão desta terça-feira (19) para alertar sobre a proliferação de distribuidoras de bebidas em alguns bairros da capital, citando o caso de Jardim Camburi.

Ovacionado – Quando Carlo Ancelotti, técnico da Seleção Brasileira de Futebol, anunciou a convocação do craque Neymar Jr., o auditório aplaudiu intensamente a decisão. Pelo entusiasmo, parece que o camisa 10 continua sendo unanimidade.

Viagem – A sessão da Câmara Municipal de São Mateus, prevista para segunda-feira (18), foi cancelada. O motivo teria sido um convite do prefeito Marcus Batista para que os vereadores viajassem a Brasília.

Bem avaliado – Cariacica tem no prefeito Euclério Sampaio um gestor bem avaliado. Com simplicidade e competência, vem mudando a realidade do município e da população. Sem favor algum, é apontado como um dos principais gestores públicos do Espírito Santo.

Dois bicudos – O vereador, vice-presidente e líder do Executivo na Câmara de Vitória, Leo Monjardim (NOVO), criticou de corpo presente o seu colega Pedro Trés (PSB). O chamou de menino de recado do Palácio Anchieta.

Infelizmente – O atual cenário brasileiro nos faz pensar que o nosso País virou um país de merda.

__________________

Pode Isso, Arnaldo?

Não. Não pode.

Na verdade, soa como uma bizarrice um país ter um presidente que insiste em se considerar popular, mas não consegue sair às ruas sem ouvir vaias e críticas. Parece ficção, mas é a realidade, é fato termos um presidente sem povo.

Não deveria ser assim, mas é o que temos, Arnaldo!

_______

Reflexão

“Ao invés de horário político eleitoral seria mais útil mostrar a ficha criminal de cada um deles”.

Autor desconhecido, porém, antenado no cenário da política nacional.

publicidade

Rumos da Política

Rumos da Política | Edição de julho

Publicado

Por Paulo Roberto Borges

 

Receituário para curar mazelas deixadas

Em São Mateus, acontecem fatos que parecem exigir um estudo sociológico mais aprofundado. Diversos governantes passaram pela administração municipal e, cada um a seu modo, deixou sua marca e seu legado. Até que surgiu um verdadeiro “tornado” político, que devastou grande parte do que havia sido construído, deixando um cenário de terra arrasada. O mais intrigante é que muitos de seus apoiadores foram cúmplices desse processo e, ainda hoje, permanecem resquícios desse grupo, inclusive na composição da Câmara Municipal.

Com a eleição do atual prefeito, Marcus Batista (Podemos), esse cenário de destruição começou, gradativamente, a ficar para trás. O município vive um processo de reconstrução, com obras, investimentos e ações voltadas para a recuperação da cidade e da autoestima da população. Ainda assim, há quem aposte na lógica do “quanto pior,
melhor” e insista em tentar desqualificar a administração e o trabalho de alguns vereadores.

A atuação da atual gestão, pautada pelo zelo com os recursos públicos e pelo compromisso com a população, tem sido alvo de críticas e ataques que, muitas vezes, carecem de fundamentos. Curiosamente, parte dessas investidas parte justamente de quem pouco ou nada fez para garantir mais dignidade e qualidade de vida aos cidadãos mateenses durante os anos em que esteve no poder.

A receita prescrita pelo prefeito para enfrentar e corrigir as mazelas herdadas da administração anterior não agrada aos vivandeiros das velhas práticas e das falcatruas que marcaram aqueles oito anos de decadência administrativa. Afinal, para quem se beneficiava do caos, a reconstrução nunca será uma boa notícia.

 

Perseguição sem fundamento

Sejamos justos. Desde que assumiu seu mandato, a vereadora Isamara da Farmácia (União Brasil) tem demonstrado seriedade e comprometimento no exercício de suas funções parlamentares. Durante a gestão do ex-prefeito Daniel Santana, atuou de forma firme na oposição, destacando-se, entre outras ações, pela presidência da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Viação São Gabriel. Os trabalhos da comissão revelaram diversas irregularidades envolvendo a concessionária e a própria Prefeitura, relacionadas ao cumprimento das cláusulas do contrato de concessão do transporte coletivo de São Mateus.

Na atual legislatura, Isamara mantém a mesma postura responsável e propositiva. Embora integre a base de apoio do Executivo, não tem deixado de apresentar demandas da população nem de fazer críticas quando considera necessário. Essa independência e atuação constante, ao que tudo indica, têm motivado ataques nas redes sociais, supostamente promovidos por apoiadores do ex-prefeito, cuja administração, é oportuno lembrar, deixou o município em uma situação bastante delicada.

É lamentável que uma parlamentar reconhecida pelo trabalho em favor da coletividade seja alvo de ataques justamente por aqueles que, quando tiveram a oportunidade de governar, pouco contribuíram para o desenvolvimento do município. Trata-se de uma inversão de valores e de uma atitude que pouco acrescenta ao debate público. Até o momento, a vereadora tem pautado sua atuação pela correção, pela ética e pela defesa de políticas públicas voltadas à melhoria da qualidade de vida da população, especialmente das pessoas em situação de maior vulnerabilidade.

Leia mais:  Rumos da Política – I Agosto/22

Como dizia o saudoso colunista Ibrahim Sued: “Os cães ladram, e a caravana passa”.

 

Resposta à sociedade

Finalmente chegou às mãos do vereador Branco da Penal todo o levantamento que ele solicitou sobre as áreas públicas supostamente “vendidas” ou doadas durante a antiga gestão de São Mateus. Segundo informações, o dossiê reúne mais de 500 páginas e cita vereadores, servidores da Prefeitura e outras pessoas envolvidas.

No entanto, o trabalho ainda não está concluído. É preciso apresentar à sociedade todo o conteúdo apurado, inclusive a identificação dos envolvidos, respeitados o devido processo legal e o direito de defesa. Caso contrário, qual seria a finalidade da investigação?

A sociedade mateense tem o direito de conhecer a verdade e exige toda a transparência que o caso requer. Da mesma forma, espera a restituição do que eventualmente tenha sido retirado do patrimônio público, sempre separando o joio do trigo.

 

São Mateus e a força de seus próprios representantes

São Mateus é o município que mais se destaca no Norte capixaba, tanto pelos aspectos positivos quanto pelos negativos. A diferença é que os avanços têm sido observados na atual gestão, enquanto os episódios ruins e até trágicos ficaram no passado recente, quando Daniel Santana (Açaí) esteve à frente da administração municipal.

Quando observamos as potencialidades do município — que vão da riqueza cultural à força econômica — surge um questionamento inevitável: por que São Mateus demorou tanto a decolar e a superar o atraso, a mentalidade retrógrada e a política rasteira que por anos marcaram sua trajetória?

Além de suas inúmeras potencialidades, o município possui um expressivo colégioeleitoral, com mais de 90 mil eleitores. Diante disso, cabe outra pergunta: por que São Mateus ainda não consegue eleger deputados contando predominantemente com os votos de seus próprios munícipes? Os representantes que conquistaram mandatos no
passado precisaram buscar apoio em municípios vizinhos para alcançar a votação necessária à eleição.

Para o próximo pleito, algumas pré-candidaturas genuinamente mateenses já estão colocadas. E vale ressaltar que aqueles que escolheram São Mateus para viver há muitos anos também podem ser considerados mateenses de coração. Estão na linha de largada — ainda em fase de preparação — os pré-candidatos Daniel da Açaí (PP), Isamara da Farmácia (União Brasil), Carlinhos Lírio (Agir), Rodrigo da Cozivip (MDB), Branco da Penal (PL) e Max do Povo. Todos manifestam a intenção de disputar uma cadeira na Assembleia Legislativa.

Não é possível que um município com a importância e o tamanho de São Mateus não tenha uma opção local capaz de merecer a confiança do eleitorado.

Leia mais:  Rumos da Política – 2ª edição de maio

O curioso é que o discurso de prestigiar os filhos da terra costuma surgir apenas em períodos eleitorais. Na hora decisiva, quando o voto precisa ser depositado na urna, muitos acabam se esquecendo dos candidatos locais. Preferem apoiar nomes de fora, que visitam o município apenas esporadicamente, quase como médicos em rápida
passagem.

Por outro lado, também não se pode isentar os próprios candidatos da terra de sua parcela de responsabilidade. Muitos não se preparam adequadamente, não estudam os problemas do município e tampouco defendem, de forma consistente, bandeiras voltadas ao desenvolvimento de São Mateus e à melhoria da vida de seus cidadãos.

Dessa forma, a responsabilidade é compartilhada. Há culpa dos políticos, dos eleitores e
até daqueles que preferem a omissão, adotando a postura confortável dos isentos.

 

Trabalhador – O prefeito Marcus Batista (Podemos) vinha sendo criticado por sua pouca experiência política. Esse suposto “defeito”, porém, fez com que, em vez de perder tempo com discursos vazios, se dedicasse ao trabalho e à entrega de resultados para a população, que permaneceu carente de serviços públicos essenciais durante oito anos.

Atacante – O vereador de oposição, uma espécie de Robson Crusoé sem rádio de pilha em uma ilha deserta, montou seu arsenal para atacar a atual gestão municipal. Voltou sua metralhadora contra quem, até pouco tempo atrás, era alvo de seus elogios e admiração. Chegou, inclusive, a fazer ofensas pessoais. Pelo visto, a consequência será o isolamento político, tornando-se um lobo solitário na Câmara Municipal de São Mateus.

Leitura importante – O renomado juiz Alcenir José Demo está lançando uma obra de grande relevância para quem deseja ampliar seus conhecimentos, especialmente neste momento vivido pelo País. O livro Eleições no Estado Democrático de Direito já está disponível e pode ser adquirido pelo telefone (31) 98309-7688 ou pelo site
www.conhecimentolivraria.com.br.

Tarifaço e etc. – O presidente Lula não demonstrou empenho em negociar a questão das tarifas impostas ao Brasil pelo governo dos Estados Unidos. O impasse se arrasta desde julho do ano passado. Segundo declarações do secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, amplamente repercutidas pela imprensa internacional, o governo brasileiro não teria demonstrado interesse em buscar uma solução para o problema. Na avaliação de seus críticos, Lula estaria priorizando interesses eleitorais em detrimento da resolução do impasse e, ao mesmo tempo, atribuindo a responsabilidade pela crise à família Bolsonaro.

Para esses críticos, o governo federal tem recorrido mais ao discurso do que à entrega de resultados concretos. Citam como exemplos anúncios de obras que consideram controversos, como a inauguração de uma ponte ainda inexistente e de um canal que, segundo afirmam, não levaria água a regiões do Nordeste. Esse episódio ocorreu na
Bahia, estado governado pelo PT.

—————————————————-

• Contato para a coluna: [email protected]

Continue lendo

Rumos da Política

Rumos da Política | Edição de Junho

Publicado

Por Paulo Roberto Borges   
  
Eleição na Câmara de São Mateus
A eleição para a Mesa Diretora da Câmara Municipal de São Mateus deverá acontecer em breve. A princípio, o atual presidente, Wanderlei Segantini (MDB), desponta como o favorito para ser reconduzido ao cargo. Aparentemente…
No entanto, o que se comenta nos bastidores é que existem movimentações em sentido contrário. Há vereadores interessados em promover uma mudança no comando do Legislativo mateense. Um dos nomes cogitados é o do atual vice-presidente, Wan Borges (PSB), que, se lembrarmos os primeiros meses desta legislatura, já figurava entre os possíveis candidatos à presidência.
Outro nome ventilado é o da vereadora e pré-candidata a deputada estadual, Isamara da Farmácia (União Brasil). Há quem diga, inclusive, que já houve uma sondagem junto ao prefeito Marcus Batista (Podemos), que teria manifestado preferência pela permanência de Wanderlei Segantini na presidência, mantendo-o à frente da base governista na Casa de Leis. Seria a aplicação do velho ditado: “em time que está ganhando, não se mexe”.
Há também vereadores que não reúnem força política suficiente para disputar a presidência, mas que buscam garantir um espaço na Mesa Diretora. Até mesmo o parlamentar conhecido pelo bordão “buzinou é nóis” estaria disposto a deixar o “purgatório” político para conquistar um lugar ao sol. Fontes afirmam, inclusive, que Isamara da Farmácia pode estar mirando a vice-presidência, caso desista de disputar o comando da Casa.
Mas o que motivaria essa suposta articulação de bastidores?
Não há elementos suficientes para apontar uma única razão. Uma das versões é a de que parte dos vereadores deseja uma postura mais independente em relação ao Executivo, substituindo o que alguns classificam como um alinhamento quase automático entre a atual Mesa Diretora e a administração municipal.
Outro fator que influencia esse cenário é o processo eleitoral deste ano. Alguns vereadores têm preferências políticas diferentes das defendidas pela administração municipal. Os nomes de Rodrigo Cozivip e Gilson Daniel, por exemplo, circulam nos bastidores, embora praticamente não sejam mencionados no plenário. Já Branco da Penal e Isamara da Farmácia são pré-candidatos, mas também não demonstram contar com apoio suficiente entre os colegas. Enquanto isso, os nomes mais citados — inclusive por aliados do prefeito — são os do presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Santos (União Brasil), de Emanuela Pedrosa (PSB) e, de forma mais discreta, de Freitas (PSB).
Os Pré-candidatos
As eleições estão batendo à porta. Para muitos, o processo eleitoral já tomou as ruas. Já outros, que atuam sem os mecanismos e as facilidades de quem detém a máquina pública ou mantém proximidade com aqueles que a operam, procuram respeitar a legislação eleitoral, que estabelece regras claras para a campanha.
Como vivemos em um país onde algumas leis “pegam” e outras parecem não pegar — ou simplesmente são desrespeitadas —, há pré-candidatos que já estão em plena campanha. Participam de eventos oficiais e se apresentam como se ainda ocupassem cargos em órgãos públicos. E a Justiça? Parece não enxergar essas situações, principalmente quando envolvem os supostos amigos do poder.
Investimentos
A Prefeitura tem projetos para investir R$ 100 milhões em obras importantes para a comunidade mateense. No entanto, alguns críticos consideram exagerado o investimento de R$ 35 milhões em obras nos cemitérios, enquanto áreas consideradas prioritárias, como a segurança hídrica, também demandam atenção.
De qualquer forma, a aplicação desse volume de recursos tem potencial para melhorar significativamente a infraestrutura do município e solucionar problemas que se arrastam há anos.
_________________
Pode isso, Arnaldo?
Não. Não pode.
Uma emissora como a Globo faturar uma fortuna com a publicidade das bets, assim como o governo Lula, que autorizou e regulamentou esse mercado no Brasil, e agora querer posar de defensora da moralidade para prejudicar a Cazé TV, que faz sucesso nas transmissões dos jogos da Copa e também arrecada milhões com anúncios de casas de apostas e outros patrocinadores, soa, no mínimo, contraditório.
Vale lembrar que Cazé apoiou Lula durante a campanha eleitoral. Agora, segundo a avaliação de seus críticos, estaria sentindo na pele a perseguição que, na visão deles, ajudou a fortalecer ao apoiar o grupo político que hoje está no poder. Na interpretação desses críticos, ele passa a experimentar o outro lado de um cenário político que antes atingia principalmente os adversários do governo.

Leia mais:  Rumos da Política – 1ª Quinzena de Setembro
Continue lendo

São Mateus

Política e Governo

Segurança

Camisa 10

Mais Lidas da Semana