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Moda e Beleza

Vestido de noiva de Dua Lipa une alta-costura, brilho discreto e assinatura da Chanel

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Cantora escolheu modelo sob medida criado por Matthieu Blazy para celebrar o casamento com o ator britânico Callum Turner

O vestido de noiva usado por Dua Lipa finalmente foi revelado e rapidamente se tornou um dos assuntos mais comentados entre fãs de moda e admiradores da cantora. A artista escolheu um modelo exclusivo da Chanel, desenvolvido sob medida por Matthieu Blazy, diretor criativo da maison francesa.

As imagens foram divulgadas pela própria cantora e pelo estilista nas redes sociais, revelando uma criação repleta de detalhes artesanais e elementos que reforçam a estética sofisticada adotada por Dua Lipa durante as celebrações ao lado do ator britânico Callum Turner.

A peça chamou atenção não apenas pela riqueza dos acabamentos, mas também por representar um momento especial para Blazy. Segundo publicações internacionais, trata-se do primeiro vestido de noiva criado pelo designer para uma amiga da tradicional casa de moda francesa.

SILHUETA CLÁSSICA COM TOQUE CONTEMPORÂNEO

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Se a calça jeans é atemporal, por que a cada ano lançam novas tendências? Qual é o melhor modelo?

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Vanessa Friedman, diretora de moda do ‘New York Times’, explica que a falta de um modelo dominante de jeans não é um problema, mas sim a liberdade de escolher o que funciona para o seu corpo

Este texto faz parte da coluna Ask Vanessa [Pergunte à Vanessa] do jornal New York Times. Vanessa Friedman é diretora de moda e crítica-chefe de moda do The Times desde 2014.

P: Tenho 52 anos. Ao longo da minha vida, a moda do jeans foi da boca de sino ao desbotado com ácido, do rasgado ao boot-cut, da cintura baixa à skinny, da cintura alta ao mom jeans, do rasgado de novo ao wide-leg… Por favor, façam isso parar. Eu não tenho forças para mais nenhuma transição de estilo. Existe algum modelo de jeans atemporal para quem simplesmente não consegue acompanhar o ritmo? — Annie, Seattle

R: Eu sinto a sua dor — ou, pelo menos, a sua sensação de não conseguir acompanhar o ritmo. No site da Levi’s, existem seis estilos diferentes de jeans para mulheres e homens (barrel, baggy, reto, etc.). Já é muita escolha, mas todos esses estilos gerais são divididos em várias opções numeradas (as séries 500, 700, 300 e por aí vai), todas com uma variedade de cinturas, cores e lavagens, o que significa que existem mais de duas dúzias de opções possíveis de jeans.

E isso é só uma marca. Existem também lojas dedicadas exclusivamente a mapear todo o universo do jeans, como se fosse um território estrangeiro misterioso, cheio de ilhoses e comprimentos desconhecidos. Isso sem falar nos “jeanfluencers” (os influenciadores focados em jeans) para te guiar.

Calça De Jeans Empilhada Sobre Fundo Branco Foto de Stock - Imagem de  desgaste, projeto: 183519318

Aponto isso não para confundir ainda mais a questão, mas para destacar o quão multifacetada é a escolha atual de jeans. É fácil olhar para essa oferta e pensar: Socorro! Mas, em vez de se sentir sobrecarregado por isso, tente enxergar a situação como ela é: um reflexo do fato de que simplesmente não existe mais um único modelo dominante de jeans. E isso é, na verdade, uma coisa boa.

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Longe vão os dias em que todo mundo tinha que usar jeans de cintura baixa, skinny ou boot-cut (mesmo que o modelo barrel pareça estar recebendo toda a atenção hoje em dia). Em vez disso, vivemos agora em um mundo de diversidade no denim, onde todos os estilos estão disponíveis e são aceitáveis ao mesmo tempo.

É por isso que, por exemplo, a princesa Kate Middleton continua fiel ao mesmo jeans skinny que usa desde que surgiu na cena pública, há cerca de duas décadas. É por isso que Jennifer Aniston continua firme em seus modelos de corte reto. É por isso que, quando Beyoncé lançou seu álbum Cowboy Carter, ela também idealizou sua própria colaboração de jeans Levi’s cheios de brilho (ou Levii’s). É por isso que tantas marcas agora parecem oferecer uma variedade imensa de modelos. Até certo ponto, todo estilo de jeans agora é um estilo atemporal.

Se, no entanto, todas essas opções forem simplesmente exaustivas, Benjamin Talley Smith — o profissional a quem os estilistas recorrem quando querem criar uma linha de jeans — tem a resposta mais simples: o “clássico de corte reto”. Smith disse que, quando começa a trabalhar para uma nova marca, essa é a primeira peça que desenha. (Veja, por exemplo, o Khaite Abigail, o Reformation Cynthia e o Free Assembly Original 90s Straight, todos criados com a ajuda dele). É um estilo que “vai parecer tão incrível agora quanto daqui a cinco anos”, afirmou.

Especialmente, continuou ele, se você optar por uma lavagem azul-clara ou, se quiser um jeans que possa ser mais elegante, uma lavagem mais escura. Opte por um comprimento mais longo em vez de um modelo mais curto para garantir a máxima versatilidade, já que o jeans mais longo pode ser usado tanto com saltos quanto dobrado para acompanhar sapatos baixos. “E aposte no tecido rígido (100% algodão), pois será mais resistente e durará mais”, disse ele.

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CULTURA E+. Foto: Adobe Stock

A única coisa a evitar: detalhes de design muito amarrados a tendências, “como bordados ou abas nos bolsos”, disse Talley Smith, já que esses são os elementos que podem prender um estilo no tempo.

Um conselho semelhante veio de Jane Herman, filha do varejista de Los Angeles Ron Herman e uma obcecada por jeans (ela escreve a newsletter Jane on Jeans no Substack), que disse ao podcast Who What Wear que qualquer guarda-roupa de jeans começa com “um jeans reto de cintura alta de algum tipo”. Ela o chamou de “o arquétipo do jeans” e disse: “Quando você fecha os olhos, você pensa em um jeans de cinco bolsos em sua forma mais clássica.”

O que tudo isso significa é que você não precisa, de fato, escolher. Anos atrás, o site ShopSmart realizou um estudo que ainda é amplamente citado, o qual revelou que a mulher americana média possuía sete pares de jeans. Assumindo que você acumulou sua própria coleção ao longo do tempo, você pode simplesmente ver como está se sentindo em um determinado dia. Considere qual estilo se adapta melhor ao seu corpo no momento, ou qual te faz sentir mais confiante, ou qual é o mais versátil para a sua rotina, ou apenas o mais confortável.

É esse que você deve usar.

Este artigo foi originalmente publicado no The New York Times.

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Moda praia brasileira projeta mais de 4,7 milhões de dólares em negócios após a Miami Swim Week

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A participação de 46 marcas brasileiras nos eventos que integraram a Miami Swim Week 2026, nos Estados Unidos, resultou em mais de US$ 1,65 milhão em negócios fechados durante a programação e gerou uma expectativa de aproximadamente US$ 4,7 milhões em novas transações ao longo dos próximos 12 meses. As empresas também contabilizaram mais de 1,5 mil contatos comerciais, reforçando a presença da moda brasileira em um dos principais polos internacionais do segmento de moda praia e resort.

Entre as participantes, 21 empresas receberam apoio do Texbrasil, programa de internacionalização desenvolvido pela Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). Desse grupo, 18 marcas apresentaram suas coleções na SwimShow, feira realizada entre 30 de maio e 1 de junho, no Miami Beach Convention Center, considerada uma das mais tradicionais do setor de moda praia no mundo.

Além da SwimShow, duas empresas brasileiras estrearam na Curve Miami, evento voltado ao segmento de lingerie e moda íntima, também com apoio do Texbrasil. Outra novidade desta edição foi a abertura da Colombiamoda Miami para marcas de outros países. Pela primeira vez, o Brasil esteve representado no evento pela marca Borana. A programação ocorreu entre os dias 27 e 29 de maio, no espaço Throw Social.

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As empresas apoiadas pelo Texbrasil registraram 467 contatos comerciais durante os eventos. Segundo o levantamento divulgado pelo programa, os negócios efetivados alcançaram cerca de US$ 426,5 mil, enquanto a expectativa de negócios futuros soma aproximadamente US$ 2,03 milhões. Para Adriana D’Agostini, gerente de Promoção Comercial da Abit, a participação brasileira evidenciou atributos que diferenciam o setor no cenário internacional. “A moda praia brasileira teve destaque pela alta qualidade dos produtos, pela criatividade que traduz a identidade do país e por um padrão de excelência reconhecido internacionalmente. Esses atributos reforçaram a competitividade das marcas nacionais e consolidaram o Brasil como referência global nesse segmento”, afirmou.

As outras 25 empresas da delegação participaram da Cabana Show com o apoio do Fashion Label Brasil, programa de internacionalização da moda brasileira de valor agregado desenvolvido pela Associação Brasileira de Estilistas (ABEST) em parceria com a ApexBrasil. Juntas, elas realizaram 1.060 contatos comerciais, com cerca de US$ 1,23 milhão em negócios fechados durante o evento e expectativa de US$ 2,67 milhões para os próximos 12 meses. De acordo com Aurea Yamashita, gestora de Projetos Internacionais da ABEST, a moda resort brasileira tem conquistado espaço no exterior por reunir criatividade, qualidade e autenticidade. “As coleções apresentadas pelas marcas nacionais refletem não apenas o estilo de vida brasileiro, mas também um forte compromisso com a sustentabilidade, a valorização do trabalho artesanal e das técnicas handmade, elementos cada vez mais apreciados por compradores e consumidores globais”, destacou.

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