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Chinês-capixaba: carro elétrico de R$ 65 mil sairá de nova fábrica no Norte do ES

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Um carro elétrico para duas pessoas, com autonomia de 150 quilômetros e preço a partir de R$ 65 mil. Essa é a principal aposta da E-Motors, empresa que prepara a instalação de uma fábrica de veículos elétricos em Jaguaré, no Norte do Espírito Santo. O projeto prevê investimento inicial de R$ 112 milhões e capacidade de montagem de até 30 automóveis por dia. A chegada da empresa representa mais um passo para a formação de um polo automotivo capixaba, que começa a ganhar força com a implantação da fábrica da GWM em Aracruz. A E-motors é uma empresa brasileira que vai usar tecnologia e expertise chinesas.

O modelo mais acessível será o EMOVA Pop, um pequeno automóvel elétrico desenvolvido para deslocamentos urbanos. Com espaço para duas pessoas, o veículo deverá custar entre R$ 65 mil e R$ 70 mil. A proposta é atender consumidores que utilizam o carro principalmente para ir ao trabalho, estudar ou percorrer pequenas distâncias nas cidades. O preço coloca o modelo em uma faixa inferior à da maioria dos automóveis elétricos vendidos atualmente no Brasil e pode abrir uma nova categoria de consumo no mercado nacional.

Segundo Danilo Pescuma, diretor de atração de investimento e promoção da NOVA ES, o foco é ter um produto com valor mais atraente ao consumidor. “É um produto mais acessível. Não é um produto de baixa qualidade, muito pelo contrário. Ele visa atender uma classe que esses eletrificados que já temos no mercado ainda não atenderam. Muitos eletrificados chegaram aqui na faixa de R$ 110 mil para cima”.

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Três modelos da E-Motors

Além do EMOVA Pop, a E-Motors planeja montar outros dois modelos em Jaguaré. O EMOVA Easy terá quatro portas, autonomia aproximada de 200 quilômetros e preço estimado entre R$ 90 mil e R$ 100 mil. Já o EMOVA Urban deverá alcançar 330 quilômetros de autonomia, com valores entre R$ 110 mil e R$ 120 mil. Os preços ainda são estimativas comerciais e dependem da confirmação da empresa.

 

EMOVA Urban: autonomia de 300 km e peço por volta de R$ 120 mil. Crédito: Divulgação

 

A operação começará com a importação de peças e componentes, que serão montados no Espírito Santo. A primeira estrutura industrial deverá ocupar um galpão de aproximadamente 2 mil metros quadrados, além de uma área de 10 mil metros quadrados destinada à armazenagem. 

A meta é alcançar uma produção inicial de 20 a 30 veículos por dia, após a fase de adaptação. A equipe de montagem deverá contar, inicialmente, com cerca de 20 profissionais brasileiros e 20 chineses, responsáveis também pela transferência de conhecimento técnico.

Segundo o CEO da E-Motors, Mercídio Givisiez, a primeira etapa foi planejada para estruturar a operação, testar o processo de montagem e avaliar a resposta do mercado brasileiro. “A partir dos resultados, teremos condições de avançar para uma estrutura maior e ampliar a nossa capacidade de produção”, afirma. 

 

Mercado nacional e internacional

A estratégia da E-Motors prevê que a comercialização seja feita por meio de concessionárias e parceiros comerciais, com foco inicial no mercado brasileiro. Posteriormente, a operação poderá também atender outros mercados da América do Sul, entre eles Uruguai, Chile, Equador e Bolívia. 

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A expectativa é apresentar os primeiros veículos ao mercado capixaba ainda em 2026. A empresa trabalha com a possibilidade de iniciar a montagem em fevereiro de 2027. Porém, esse é um prazo considerado “desafiador” pela NOVA ES, agência de atração de investimentos do Estado. A agência teve papel fundamental para a atração do novo investimento. 

O projeto ainda precisa avançar nas etapas de licenciamento, incentivos e preparação da estrutura industrial. Além disso, a capacidade de produção poderá crescer conforme a aceitação dos automóveis no mercado brasileiro. Por enquanto, o investimento confirmado como previsão para a primeira etapa é de R$ 112 milhões. No entanto, um novo aporte para uma fase seguinte, já está planejado. 

 

Jaguaré entra na rota da indústria automotiva

A escolha de Jaguaré reforça a estratégia de transformar o Norte do Espírito Santo em uma região de produção automotiva. A proximidade com a futura fábrica da GWM, em Aracruz, pode favorecer o compartilhamento de fornecedores, serviços logísticos e profissionais especializados. 

Ao mesmo tempo, a localização permite atender mercados consumidores do Espírito Santo, de Minas Gerais, do Rio de Janeiro, de São Paulo e do Sul da Bahia. A instalação da E-Motors também poderá movimentar transportadoras, empresas de manutenção, distribuidores de componentes e outros prestadores de serviços da região.

Se o projeto avançar conforme o previsto, Jaguaré poderá se tornar um novo endereço da indústria brasileira de veículos elétricos. Os próximos passos serão a apresentação dos primeiros modelos, a conclusão do licenciamento e a confirmação do calendário.

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FICC 2026: Cooabriel, Nater Coop e Cafesul apontam caminhos para ampliar o valor e a competitividade do café produzido no Espírito Santo

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Os representantes das três gigantes do cooperativismo capixaba abriram o ciclo de painéis que fazem parte da programação da Feira Internacional do Café Conilon que teve início nesta quinta-feira (8) e segue até sábado (10)

O próximo salto do café Conilon capixaba não depende apenas de produzir mais. Para ganhar valor e ampliar sua presença nos mercados mais disputados, a cadeia terá de avançar simultaneamente em qualidade, tecnologia, acesso a novos compradores e infraestrutura logística. Esse foi um dos destaques do painel que reuniu as três principais lideranças do cooperativismo cafeeiro do Espírito Santo, nesta quinta-feira (8), em São Mateus, durante a Feira Internacional do Café Conilon – FICC 2026.

 

 

No painel “Três Caminhos, Um Propósito: Como o Cooperativismo Capixaba Gera Valor para Produtores, Comunidades e Mercados”, Marcelino Bellardt, CEO da Nater Coop; Luiz Carlos Bastianello, presidente da Cooabriel; e Renato Theodoro, presidente da Cafesul, discutiram os movimentos que devem definir o futuro da cafeicultura capixaba. Mediado por Vinícius Schiavo, analista de Desenvolvimento Cooperativista do Sistema OCB/ES, o encontro reuniu no mesmo palco os três gigantes do cooperativismo estadual para discutir uma questão estratégica para o agro: como transformar a força produtiva do Conilon em mais valor para o produtor e em maior competitividade nos mercados?

A resposta passa, primeiro, pela qualidade. Em um cenário de maior exigência dos compradores, produzir bem deixou de ser apenas uma vantagem e passou a ser condição para acessar mercados mais valorizados. Para Renato Theodoro, presidente da Cafesul, questões ambientais e problemas de qualidade, como café mofado e gosto de fumaça, podem comprometer justamente o esforço de produtores que buscam melhorar a remuneração.

O desafio, segundo Theodoro, é ainda maior para os produtores de montanha, que enfrentam restrições para mecanizar a produção e sofrem mais com a falta de mão de obra. A sucessão familiar também entra nessa equação. Para ele, o futuro exigirá que o produtor combine conhecimento tradicional com tecnologia e novas formas de produzir.

A tecnologia, aliás, aparece como uma das ferramentas para responder a esses desafios. Mas, para Luiz Carlos Bastianello, presidente da Cooabriel, a transformação do campo precisa vir acompanhada de uma mudança de visão sobre o próprio negócio.

Na avaliação dele, os conceitos que orientam a produção atualmente não serão suficientes para os próximos anos. O produtor terá de lidar com mudanças climáticas, escassez de mão de obra e novas exigências do mercado, ao mesmo tempo em que aproveita avanços já conquistados na qualidade do café capixaba. Nesse contexto, Bastianello projeta uma mudança de patamar para o Conilon brasileiro. “Daqui a 10 anos, eu vejo o Conilon como protagonista dos cafés do Brasil”, afirmou.

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Para que essa previsão se concretize, porém, o presidente da Cooabriel aponta um fator que vai além da porteira: infraestrutura. A melhoria das rodovias e da logística portuária e aérea será fundamental para reduzir entraves e permitir que a produção capixaba chegue aos mercados com maior eficiência.

O acesso a novos mercados também é apontado por Marcelino Bellardt como uma das principais oportunidades para o futuro. O CEO da Nater Coop avalia que o crescimento da demanda mundial por café abre espaço para o Conilon capixaba, mas a expansão precisa vir acompanhada de uma estratégia para capturar maior valor.

Segundo ele, cafés produzidos em outros países ainda conseguem alcançar maior valorização em determinados mercados. Para mudar esse cenário, o Espírito Santo precisará continuar avançando em qualidade e buscar compradores e destinos capazes de reconhecer o diferencial do produto.

A combinação desses fatores, qualidade, tecnologia, mercado e logística, ganha peso diante da dimensão da cadeia no Estado. O Espírito Santo concentra cerca de 70% da produção nacional de Conilon, reúne mais de 49 mil propriedades produtoras, possui mais de 258 mil hectares cultivados e tem produção estimada superior a 14 milhões de sacas.

Três gigantes, diferentes realidades e um mesmo desafio

A força do painel esteve também na representatividade das cooperativas reunidas. A Cooabriel, sediada em São Gabriel da Palha, é a maior cooperativa de café Conilon do Brasil e reúne mais de 9,7 mil cooperados. A Nater Coop conta com mais de 25 mil cooperados e atuação no Espírito Santo, Minas Gerais e Bahia, atendendo mais de 30 mil produtores rurais. Já a Cafesul, com sede em Muqui, reúne pequenos produtores do Sul capixaba e tem entre seus focos a produção de cafés especiais, sustentabilidade, agricultura familiar e valorização das comunidades produtoras.

São diferentes escalas, territórios e perfis de produção, mas com uma agenda que converge para o mesmo objetivo: fazer o café capixaba valer mais.

Para o curador da FICC, Marcus Magalhães, colocar Cooabriel, Nater Coop e Cafesul lado a lado permite mostrar essa diversidade dentro de uma mesma cadeia.

“Reunir Cooabriel, Nater Coop e Cafesul na FICC é muito simbólico porque estamos colocando no mesmo palco diferentes realidades, modelos de atuação e perfis de produtores que fazem parte de uma mesma cadeia. São cooperativas que têm uma enorme capacidade de gerar valor, levar conhecimento e tecnologia para o campo, abrir mercados e fortalecer as comunidades onde estão inseridas. A FICC tem esse papel de aproximar esses diferentes atores, promover conexões e colocar em discussão os caminhos para que o Conilon capixaba avance ainda mais”, avalia Magalhães.

O futuro desenhado no painel, portanto, não é de uma única solução. É de uma combinação de avanços. O produtor precisa elevar a qualidade, incorporar tecnologia e enfrentar os desafios de mão de obra e sucessão. As cooperativas precisam ampliar o acesso a mercados. E o Estado precisa avançar na infraestrutura necessária para que o café chegue ao destino com eficiência e competitividade.

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Realizada até sábado (10), em São Mateus, a FICC 2026 reúne produtores, cooperativas, empresas, instituições, especialistas e compradores em uma programação dedicada a negócios, tecnologia, mercado, sustentabilidade, logística e desenvolvimento regional. Em sua segunda edição, a feira coloca o Conilon no centro das discussões sobre os caminhos do agro capixaba e sobre os fatores que podem determinar sua competitividade nos próximos anos.

Serviço

Feira Internacional do Café Conilon – FICC 2026

Dias: 8, 9 e 10 de outubro de 2026

Local: Área anexa ao Sesc – São Mateus

Entrada: gratuita

Programação: painéis técnicos, rodadas de negócios, experiências de café, Dia de Campo, visita técnica, estandes, gastronomia e música

Programação:

Sexta-feira (09/10)

10h – Os desafios e as oportunidades para o setor da pimenta-do-reino, com Frank Moro e Aureliano Nogueira, BSA

11h – O futuro do mercado, com Marcus Magalhães, especialista em Mercado do Agronegócio e curador da FICC

14h – Hub Portuário e o futuro da logística do ES apresentado por Claudio Melim, Coordenador Comercial do Imetame Logística Porto

15h – Nova ES – Investimentos no Norte do ES

16h – A logística no mercado do café capixaba – Secretaria de Estado de Desenvolvimento (Sedes) / Parklog

18h – Show musical com Anderson Machado

20h – Show musical com Andreska Maciel

Sábado (10/10)

08h – Dia de Campo – acolhimento e café da manhã

08h30 – Visita técnica – conilon e pimentas

11h – Encerramento do Dia de Campo

13h30 – Turismo de Experiência com Ana Paula Machado

16h – Show musical com Tata Gomez

18h – Show musical com Juliano Sant

20h – Show musical com Leco do Acordeon

Programação paralela ao evento

Durante os três dias, além das palestras e painéis, o público contará com praça de alimentação, shows e estandes de produtos relacionados ao universo rural.

>>> Programação sujeita a alteração.

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Inscrições para o Prêmio Mulher Empreendedora seguem até dia 14 de outubro em Cariacica

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As mulheres empreendedoras de Cariacica têm até o dia 14 de outubro para garantir a participação no 1º Prêmio Mulher Empreendedora de Cariacica. A iniciativa, que integra a programação do Cariacica Pra Elas 2026, foi criada para reconhecer, valorizar e dar visibilidade às mulheres que empreendem no município, seja de maneira formal ou informal.

A organização reforça um alerta importante: muitas candidatas já iniciaram o cadastro, mas ainda não finalizaram a inscrição. Nesses casos, a candidatura permanece como rascunho e não será considerada uma inscrição válida. Para participar do Prêmio, é necessário preencher todas as informações solicitadas e finalizar o cadastro dentro do prazo. Somente as candidaturas que forem efetivamente concluídas e enviadas serão consideradas para a etapa de validação e, posteriormente, para a avaliação da Banca Avaliadora.

Por isso, quem já iniciou o cadastro deve acessar novamente a plataforma, conferir as informações preenchidas e verificar se a inscrição foi realmente finalizada. Deixar o cadastro como rascunho não garante a participação no Prêmio.

 

Quem pode participar?

Para concorrer ao 1º Prêmio Mulher Empreendedora de Cariacica, é necessário ter 18 anos ou mais e desenvolver uma atividade empreendedora no município, formal ou informal.
Após o encerramento das inscrições, as candidaturas serão analisadas para verificar o atendimento aos requisitos previstos no regulamento. Somente as inscrições validadas seguirão para a etapa de avaliação.

 

Como será a avaliação?

As inscrições validadas serão distribuídas de forma randômica entre os integrantes da Banca Avaliadora. Cada candidatura será analisada por, no mínimo, três avaliadores distintos, preferencialmente vinculados a instituições diferentes. A avaliação terá um total de 100 pontos, distribuídos em três grupos de critérios: trajetória, desafios, transformação e superação: 60 pontos; evolução, criatividade e desenvolvimento do negócio: 25 pontos; e impacto, inspiração e visão de futuro: 15 pontos. A pontuação técnica final será calculada a partir da média aritmética das notas atribuídas pelos avaliadores.

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Finalistas regionais

As duas candidatas com maior pontuação técnica final em cada uma das 14 Regiões serão classificadas, podendo chegar a 28 finalistas regionais. Caso uma região tenha apenas uma candidatura validada, essa candidata será a única finalista regional. Se não houver nenhuma candidatura validada em determinada região, não haverá finalista e a vaga não será transferida para outra região.

As finalistas regionais serão submetidas à votação popular. Para votar, será necessário utilizar um CPF ativo, sendo permitido um voto por CPF em cada Região participante. A candidata que receber o maior número de votos válidos em sua região será reconhecida como vencedora regional. Nas regiões que tiverem apenas uma finalista, ela será considerada vencedora regional independentemente da realização da votação popular.

 

Mulher Empreendedora Destaque de Cariacica 2026

Além das vencedoras regionais, o Prêmio terá um reconhecimento especial: Mulher Empreendedora Destaque de Cariacica 2026. O título será concedido à candidata que obtiver a maior pontuação técnica final entre todas as inscrições validadas, independentemente da Região Administrativa. O reconhecimento será definido exclusivamente pela avaliação técnica e poderá ser acumulado com o título de vencedora regional.

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Premiação

Serão reconhecidas até 14 vencedoras regionais e uma Mulher Empreendedora Destaque de Cariacica 2026. As vencedoras receberão troféu e certificado. A cerimônia oficial de premiação será realizada no dia 14 de novembro de 2026, durante a programação do Cariacica Pra Elas.

 

Cariacica Pra Elas 2026

O Cariacica Pra Elas 2026 foi planejado para promover a valorização e o desenvolvimento das mulheres do município, reunindo ações de empreendedorismo, cultura, esporte, saúde, bem-estar e lazer. A programação também marca a celebração do Dia do Empreendedorismo Feminino, comemorado em 19 de novembro, e busca ampliar a visibilidade das mulheres que empreendem, movimentam a economia local, geram renda e contribuem para o desenvolvimento social de Cariacica.

A programação será realizada em três grandes momentos: a Feira Cariacica Pra Elas, o 1º Prêmio Mulher Empreendedora de Cariacica e a 2ª Corrida Cariacica Pra Elas. O evento ainda contará com atividades culturais, palestras, oficinas, orientação empresarial, networking e ações de saúde, esporte e lazer.

 

Confira abaixo o cronograma completo da premiação:

– Inscrições: 05 a 14 de outubro 
– Validação das inscrições: 15 de outubro 
– Publicação das inscrições validadas: 16 de outubro
– Prazo de interposição de recurso (inscrição): 19 a 20 de outubro 
– Julgamento dos recursos: 21 de outubro
– Homologação final: 22 de outubro 
– Avaliação técnica pela Banca D: 23 de outubro a 1º de novembro
– Divulgação das até 28 finalistas: 4 de novembro 
– Votação popular: 06 a 13 de novembro 
– Cerimônia de premiação: 14 de novembro

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