conecte-se conosco


Política Nacional

Jaques Wagner anuncia saída da liderança do governo no Senado

Publicado

Senador é investigado pela Polícia Federal na nona fase da Operação Compliance Zero por supostas vantagens recebidas de ex-sócio do Master

O senador Jaques Wagner (PT-BA) anunciou nesta quarta-feira (24), em suas redes sociais, que deixará a liderança do governo no Senado. 

Na nota, Wagner informa que a decisão foi tomada, em comum acordo, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com quem se reuniu hoje no Palácio da Alvorada. 

Acabei de ter uma ótima reunião com o Presidente @LulaOficial, uma conversa entre amigos, e decidimos, em comum acordo, que me afastarei da liderança do Governo no Senado Federal. Neste momento, minha prioridade absoluta é provar minha inocência e me dedicar à reeleição do presidente Lula e do governador Jerônimo Rodrigues, além da minha reeleição junto com Rui Costa para o Senado. Juntos, com humildade e muito trabalho, renovaremos nosso compromisso com o projeto coletivo que vem mudando a Bahia e o Brasil”

Jaques Wagner, em comunicado

No dia 18 de junho, a Polícia Federal realizou ação de busca e apreensão nas residências do senador em Brasília e Salvador. Os agentes acusam Jaques Wagner de ter recebido vantagens do banqueiro Augusto Ferreira Lima, ex-sócio do Banco Master.

Leia mais:  Michel Temer critica proposta de jornada de trabalho 4×3 no Brasil

Em entrevista à Band News no mesmo dia, Wagner negou irregularidades e afirmou estar “absolutamente tranquilo” em relação à investigação.

publicidade

Política Nacional

Saiba quais foram as três vagas pedidas por Michelle ao Senado

Publicado

Priscila Costa, Carol de Toni e Bia Kicis foram as escolhidas com aval de Jair Bolsonaro

Nesta quarta-feira (24), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro afirmou que enfrenta resistência dentro do PL para manter três candidaturas femininas ao Senado nas eleições de 2026. Presidente nacional do PL Mulher, ela disse que defende os nomes das deputadas Bia Kicis, Carol de Toni e Priscila Costa.

Ao relatar as discussões internas do partido, Michelle afirmou que a disputa pelas vagas tem gerado desgaste em um momento delicado para sua família.

– Eu pedi apenas três: Priscila Costa, Carol de Toni e Bia Kicis. Três vagas, de 17 que poderíamos ter. E tem sido uma batalha diária para manter essas três. E isso é muito desgastante – declarou.

Uma das indicadas é a deputada federal Bia Kicis, do Distrito Federal. Procuradora aposentada, ela está em seu segundo mandato na Câmara dos Deputados e já presidiu a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Aliada de Jair Bolsonaro, ganhou projeção nacional por defender pautas conservadoras e o voto impresso.

Leia mais:  PTB afirma que 'prisão de Jefferson é tentativa de censura'

Outra escolha de Michelle é a deputada federal Carol de Toni, de Santa Catarina. Advogada, ela foi a parlamentar mais votada do estado em 2022 e presidiu a CCJ da Câmara em 2024. A congressista atua em pautas ligadas ao conservadorismo, ao agronegócio e à segurança pública.

No Ceará, a aposta de Michelle é a deputada federal Priscila Costa. Vice-presidente do PL Mulher, ela iniciou a carreira política como vereadora de Fortaleza e se destacou pela defesa de pautas conservadoras. A parlamentar também foi uma das principais apoiadoras da candidatura de André Fernandes à Prefeitura de Fortaleza em 2024.

Durante o vídeo, Michelle afirmou que a candidatura de Priscila ao Senado foi definida em conjunto com Jair Bolsonaro e o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto.

– Essa candidatura foi muito bem definida por três pessoas, meu marido, eu e o presidente Valdemar. Não foi sugestão, foi preferência, foi decisão – disse.

A ex-primeira-dama também afirmou que Bolsonaro determinou que o partido disputasse duas vagas ao Senado no Ceará, uma delas destinada a Priscila Costa. Segundo Michelle, houve movimentações para retirar a parlamentar da disputa e abrir espaço para uma aliança política envolvendo o grupo de Ciro Gomes.

Leia mais:  Ministério da Saúde tenta se antecipar à disparada da Ômicron

– Aproveitando-se da prisão do Jair, começaram a trabalhar para eliminar Priscila da disputa, cedendo a vaga dela para garantir uma aliança com Ciro Gomes – afirmou.

Michelle declarou ainda que manter as três candidaturas femininas é uma questão de reconhecimento ao trabalho desenvolvido pelas parlamentares e de fortalecimento da participação das mulheres conservadoras na política.

Continue lendo

Política Nacional

Marcos do Val propõe inscrição “Morto a serviço do Brasil” na certidão de óbito de heróis nacionais

Publicado

Uma proposta que busca eternizar, nos registros civis do país, o sacrifício daqueles que deram a vida em defesa do Brasil tramita no Senado Federal. O Projeto de Lei nº 5.681, de 2019, de autoria do senador Marcos do Val (Avante/ES), propõe a inclusão da inscrição “Morto a Serviço do Brasil” na certidão de óbito de integrantes das Forças Armadas, agentes de segurança pública e demais servidores que vierem a falecer no exercício de missão oficial, seja em território nacional ou no exterior.

A iniciativa altera o art. 80 da Lei nº 6.015, de 31 de dezembro de 1973, conhecida como Lei dos Registros Públicos, acrescentando um novo item ao rol de informações que devem constar do assento de óbito. Pela redação proposta, a menção honrosa seria registrada a juízo do Chefe do respectivo Poder ao qual o falecido estava vinculado. Assim, caberia ao Presidente da República autorizar a inscrição para militares das Forças Armadas, policiais federais e membros de missões diplomáticas; ao Governador de Estado, para policiais civis, militares estaduais, bombeiros e agentes penitenciários; e ao Prefeito, no caso de guardas municipais.

“O objetivo deste Projeto de Lei é reconhecer e homenagear os heróis que tombarem a serviço da Pátria, em território nacional ou no exterior, com a aposição da menção ‘Morto a Serviço do Brasil’ na certidão de óbito”, afirmou o Senador Marcos do Val ao apresentar a proposta.

A proposta nasce da percepção de que o Estado brasileiro carece de um mecanismo formal e permanente de reconhecimento para aqueles que morrem em serviço. Ao contrário de outras nações que possuem distinções legais explícitas para esses casos, o Brasil até agora não prevê, em seus registros públicos, qualquer anotação que diferencie a morte de um servidor em cumprimento do dever daquela ocorrida em circunstâncias comuns. O PL 5.681/2019 pretende preencher essa lacuna, conferindo dignidade histórica e simbólica às famílias dos que tombaram.

Leia mais:  Lei da Ficha Limpa: entenda o que torna um político inelegível

O PL 5.681/2019 encontra-se atualmente na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado Federal, aguardando análise e votação. Caso seja aprovado pelo colegiado e pelo plenário da Casa, o texto seguirá para apreciação da Câmara dos Deputados. Somente após passar pelas duas Casas do Congresso Nacional, o projeto poderá ser encaminhado à sanção presidencial e, assim, transformar-se em lei.

Continue lendo

São Mateus

Política e Governo

Segurança

Camisa 10

Mais Lidas da Semana