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Política Nacional

Plataforma internacional mostra Flávio a frente de Lula pela 1ª vez

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A plataforma norte-americana Polymarket apresentou nesta quinta-feira (10), pela primeira vez, o nome de Flávio Bolsonaro (PL) à frente de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na disputa pela Presidência da República. A plataforma trabalha com mercado de previsões e não segue critérios metodológicos.

Flávio aparece com 52% de probabilidade de vitória nas eleições de outubro contra 45% do candidato do PT. Renan Santos (Missão) alcançou a marca de 2%. Ronaldo Caiado (União Brasil), Romeu Zema (Novo) e Pablo Marçal (PRTB) somaram menos de 1%.

O Polymarket não utiliza levantamentos reais ou pesquisas de opinião. A plataforma se assemelha a um site de apostas. Nela, os usuários compram os resultados, projetando o futuro. Os valores de cada resposta variam de acordo com a relação de oferta e procura. Quanto mais uma resposta é adquirida, mais ela tem valor.

O site não opera no Brasil, pois as apostas são proibidas em temas como política, cultura, entretenimento e assuntos de caráter social. Apesar de similar às bets, este tipo de atividade apresenta algumas diferenças. Entre as principais está o fato de que o valor pode seguir mudando até o fim da disputa, como na bolsa de valores.

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O investimento no resultado pode ser sacado a qualquer momento. A competição ocorre entre os usuários e não depende da plataforma.

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Política Nacional

Moraes anuncia pronunciamento, mas cancela uma hora depois

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), cancelou nesta quinta-feira (10) o pronunciamento que havia anunciado para as 11h, cerca de uma hora depois de informar que faria a declaração. A assessoria da Corte afirmou que uma nova data será definida. O ministro não chegou a detalhar qual seria o assunto abordado.

A decisão ocorre um dia depois de o presidente do STF, Edson Fachin, anunciar uma sessão plenária para analisar a possibilidade de abertura de investigação contra Moraes por causa de sua relação com o empresário Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, e retirar o magistado da relatoria do Inquérito das Fake News.

A sessão que analisará a abertura de investigação foi marcada para 15 de setembro, às 10h, e deverá contar com a participação dos ministros da Corte. Eles vão avaliar se as mensagens trocadas entre Moraes e Vorcaro, obtidas pela Polícia Federal, apresentam elementos suficientes para justificar a abertura de uma apuração contra o ministro.

Nos diálogos, Vorcaro teria solicitado a Moraes que atuasse junto ao diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, para tentar conter o avanço das apurações envolvendo o Banco Master.

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Nesta quarta (9), Fachin também decidiu assumir pessoalmente a condução do Inquérito das Fake News, retirando a apuração das mãos de Moraes. Os atos praticados pelo ministro durante o período em que esteve à frente do caso foram preservados, enquanto as apurações que ainda estão em andamento passam para o presidente do STF.

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Política Nacional

Mais de mil candidatos deixaram as eleições, segundo o TSE

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já indeferiu 474 candidaturas nas eleições de 2026. A resposta negativa significa que faltou algum documento, requisito ou fundamento legal para o direito de participar na eleição.

O partido Democracia Cristã (DC) foi o que mais teve candidaturas indeferidas, chegando a 64 ou 13,5% do total de indeferimentos. Ele é seguido pelo Democrata, com 46 ou 9,7% do total, e o Mobiliza, com 43 ou 9,07%.

Os partidos com o menor número de candidatos indeferidos são o PCdoB, com apenas um, o Cidadania com dois, e o Progressistas com três.

A maior parte dos indeferimentos foi para candidatos que pretendiam disputar o cargo de deputado estadual, somando 218. Em seguida, foram indeferidas 187 candidaturas para deputado federal.

Dez candidatos a governos estaduais foram indeferidos. Nessa categoria, o PCO foi o partido com o maior número, com as candidaturas de Henrique Áreas, em Minas Gerais, Clébio Genuíno, em Roraima, e Izadora Dias, em São Paulo.

As candidaturas ao Senado Federal que foram indeferidas já chegaram a 12. De novo, o PCO foi o partido com mais candidatos ao cargo impossibilitados de participarem da eleição, totalizando quatro. Logo em seguida, Agir e Mobiliza tiveram duas candidaturas indeferidas por partido.

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Também constam na base de dados do TSE 545 candidatos que renunciaram às suas candidaturas. Os partidos com mais renunciantes foram PSBD, Podemos e MDB com respectivamente 41, 37 e 36 candidatos cada.

A acachapante maioria de desistências foi de ex-candidatos a deputado federal, com 264 renúncias, ou estadual, com 208 renúncias.

Do total, quatro foram renúncias a candidaturas ao Senado, e três à disputa de algum governo estadual. No caso dos governadores, os que renunciaram são Pedro Brito (Novo-CE), José Moita (Democrata-PA) e José Cleber Barros Rabelo (PSTU-PA).

Já no Senado, foram Gustavo Galassi (PSDB-MG), Willem da Silva (DC-PA), André Monteiro (Democrata-RJ) e Paulinho da União (DC-SE).

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