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Medicina e Saúde

Região Norte atinge meta de cobertura vacinal contra a Influenza em gestantes

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Prioridade agora é reforçar a busca ativa para imunização de crianças e idosos

 

Na campanha nacional de vacinação contra a Influenza, a Região Norte de Saúde do Espírito Santo atingiu a meta de cobertura vacinal entre as gestantes, um dos grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde. A imunização na região chegou a 90,92% das mulheres grávidas, que receberam ao menos uma dose da vacina.

A vacinação contra a Influenza teve início em 28 de março no Espírito Santo, direcionada aos grupos prioritários. Dois meses depois, em 30 de maio, o Governo do Estado ampliou a imunização para todas as pessoas com idade a partir de seis meses, garantindo acesso à vacina em todas as salas de vacinação dos municípios capixabas, que permanecem abastecidas e ofertando o imunizante durante todo o ano.

Referência técnica da Programa Regional de Imunizações na Superintendência Regional de Saúde Norte, Verônica Consolação Tomaz explica que o Ministério da Saúde estabelece como meta alcançar 90% de cobertura vacinal entre os públicos prioritários da rotina: crianças de seis meses a menores de seis anos, gestantes e idosos com 60 anos ou mais. Na Região Norte, o desempenho das gestantes já ultrapassou o percentual esperado, demonstrando a efetividade das estratégias de vacinação e da mobilização das equipes de atenção primária e de imunização.

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“Mesmo com o avanço, a Região Norte segue intensificando as ações de busca ativa para ampliar a vacinação entre os demais públicos prioritários. Atualmente, a cobertura vacinal é de 70,78% entre as crianças e de 46,79% entre os idosos, grupos que apresentam maior risco de desenvolver formas graves da doença, hospitalizações e óbitos relacionados ao vírus Influenza”, afirma Nicole Marques Barcelos Pereira da Silva, chefe de Núcleo de Vigilância em Saúde da Superintendência Regional de Saúde Norte.

 

O superintendente da Superintendência Regional de Saúde Norte, Wagney Câmara, reforça a importância de que pais, responsáveis e idosos procurem a sala de vacinação mais próxima para atualizar a caderneta de vacinação. “A vacina é segura, gratuita e continua disponível em todas as unidades de saúde com sala de vacinação ativa. A Superintendência, especialmente o Programa de Imunizações, está à disposição dos 14 munícipios da nossa região para que consigamos alcançar cada vez mais as metas”.

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Uso incorreto de lentes de contato pode levar à cegueira

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O relato da jovem norte-americana Grace Jamison, de 20 anos, repercutiu nas redes sociais após ela revelar que perdeu a visão de ambos os olhos devido a um hábito rotineiro no uso de lentes de contato. Em depoimento à revista People, Grace descreveu o processo de tratamento como “extremamente doloroso” e lamentou a falta de informação prévia sobre os perigos reais aos quais estava exposta. O episódio acendeu um alerta global sobre os cuidados indispensáveis com a saúde ocular.

 

 

Segundo a médica oftalmologista Dra. Liliana Nóbrega, situações graves como essa costumam decorrer de infecções oportunistas causadas por micro-organismos agressivos, frequentemente associadas a práticas inadequadas de higiene, como tomar banho, nadar ou dormir com as lentes, além de higienizá-las com água corrente ou soro fisiológico inadequado. A especialista enfatiza que pequenos descuidos diários criam microfissuras na córnea e facilitam a entrada de bactérias e parasitas, como a Acanthamoeba, capazes de causar danos irreversíveis em questão de dias.

“A lente de contato é uma prótese médica e exige disciplina absoluta. O contato com a água, o uso prolongado além do recomendado e a falta de higienização com soluções multiuso específicas aumentam exponencialmente o risco de ceratites infecciosas severas, que podem evoluir rapidamente para a perda permanente da visão ou a necessidade de transplante de córnea”, adverte Liliana Nóbrega.

De acordo com a especialista, qualquer sinal de desconforto — como dor intensa, sensibilidade excessiva à luz (fotofobia), vermelhidão ou visão turva — exige a remoção imediata das lentes e uma consulta oftalmológica de urgência. Seguir rigorosamente o prazo de descarte, lavar e secar bem as mãos antes do manuseio e manter o estojo de armazenamento limpo e seco são passos fundamentais para evitar que um hábito cotidiano comprometa a integridade dos olhos.

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Veja como ficou menino conhecido por fumar 40 cigarros por dia aos 2 anos na Indonésia

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Ardi Rizal ganhou repercussão internacional ainda criança, em 2010, quando um vídeo publicado no YouTube mostrou o menino, então com cerca de um ano e meio, caminhando de fraldas enquanto fumava. O caso chamou atenção pela intensidade do vício: Ardi chegava a consumir até 40 cigarros por dia.

O menino vivia na aldeia de Teluk Kemang, no sul de Sumatra, na Indonésia, onde sua mãe, Diana, trabalhava vendendo peixes. Ainda muito pequeno, Ardi começou a recolher cigarros na praça da região depois de observar outras pessoas fumando. Em entrevista ao The Sydney Morning Herald em 2017, foi relatado que o primeiro cigarro havia sido dado a ele pelo próprio pai.

 

 

A tentativa de interromper o vício

A família tentou interromper o consumo de cigarros, mas encontrou dificuldades diante das reações apresentadas pela criança. Quando o cigarro era retirado, Ardi tinha acessos de raiva e chegava a bater a cabeça.

Diante da dificuldade de controlar a dependência, os pais buscaram ajuda profissional. Três anos depois do início da repercussão do caso, Ardi começou um processo de reabilitação conduzido pelo psicólogo infantil Seto Mulyadi.

A interrupção do consumo de tabaco provocou em Ardi um quadro intenso de ansiedade, que passou a ser compensado pela alimentação. Aos dois anos, ele já apresentava problemas relacionados ao peso, que se agravaram nos anos seguintes.

Aos cinco anos, Ardi pesava 24 quilos, cerca de seis quilos acima do peso médio indicado para uma criança de sua altura e idade. A quantidade de comida consumida também era elevada. Em uma única refeição, ele podia comer três coxas de frango, duas tigelas de sopa de almôndegas e uma lata de leite condensado.

Como está Ardi atualmente

Mais de 15 anos depois de sua história viralizar, Ardi é considerado como uma das pessoas mais jovens a conseguir superar o vício em cigarros. Em 2022, aos 14 anos, ele frequentava a escola primária e seguia uma dieta rigorosa baseada em peixes e verduras para buscar um peso considerado adequado.

Lembra dele? Veja como ficou menino conhecido por fumar 40 cigarros por dia aos 2 anos na Indonésia — Foto: Reprodução

Ardi também passou a conceder entrevistas para falar sobre a própria experiência. Nessas ocasiões, alerta sobre a dificuldade de abandonar vícios e promove hábitos de vida saudáveis.

O caso de Ardi está em um contexto mais amplo sobre os efeitos da dependência do tabaco. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o tabagismo provoca mais de oito milhões de mortes por ano.

Desse total, cerca de 1,2 milhão correspondem a pessoas expostas à fumaça de terceiros.

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